Serra do Topo - Fajã dos Vimes
- Distância
- 5,5 km
- Duração
- 2h30
- Dificuldade
- Difícil
São Jorge · PRC05SJO
Circuito íngreme à remota Fajã d’Além, entre casas rurais, pequenos campos, adegas, nascentes e antigas escadarias de pedra.
Estado verificado · 25 de julho de 2026, 14h44
Informação não oficial que pode mudar a qualquer momento. Confirme o estado do trilho antes de iniciar o percurso.
Temporariamente encerrado.
O circuito da Fajã d’Além visita uma pequena plataforma costeira isolada na vertente norte de São Jorge. A partir da Ermida de Santo António, um caminho de terra alcança uma bifurcação e inicia a descida pelo lado oeste. A aproximação revela casas rurais dispersas, pequenos campos e adegas protegidos sob a falésia, compondo um núcleo de escala reduzida e ligado ao aproveitamento agrícola.
Na fajã, o percurso passa pelo Moinho do Senhor Moisés, associado à presença de água e ao trabalho local. O regresso começa para leste e sobe a encosta junto de nascentes, ribeiras e uma antiga escadaria de pedra. Ao atingir a estrada regional, a rota volta ao acesso da ermida e fecha o circuito. A diferença entre o planalto habitado e a fajã remota mostra como caminhos íngremes asseguravam comunicação e transporte. O conjunto de moinho, casas, adegas e parcelas ajuda a ler uma forma de ocupação moldada pelo relevo e pela disponibilidade de terreno junto ao mar.
A assimetria do circuito, descendo a oeste e regressando a leste, permite conhecer dois acessos diferentes à mesma fajã. No entanto, essa configuração só deve ser considerada depois de a rota reabrir e de todo o traçado voltar a estar autorizado.
O circuito começaria junto à Ermida de Santo António, seguindo pelo caminho de terra até à bifurcação. Aí, a descida toma o ramo esquerdo e alcança a Fajã d’Além pelo lado oeste. O traçado passa pelas casas, campos, adegas e pelo Moinho do Senhor Moisés, vira depois para leste e sobe pela escadaria antiga junto às nascentes e ribeiras. Ao chegar à estrada regional, atravessa-a e regressa à ermida. Não execute este itinerário enquanto estiver encerrado. Ao chegar à estrada, o retorno previsto cruza para a ligação final à ermida, sem prolongar pela via.
O trilho está encerrado e não deve ser percorrido; não contorne barreiras nem procure acessos alternativos à fajã. Após eventual reabertura, confirme a condição antes de partir. A antiga escadaria, as nascentes e os troços junto às ribeiras tornam-se muito escorregadios com chuva. Use botas aderentes, não atravesse água com caudal forte e tenha cuidado ao cruzar a estrada regional.